Makley Software Engineer
Currículo
Pesquisa 2024

LLMs em dispositivos móveis

Pesquisa acadêmica sobre a viabilidade real de executar grandes modelos de linguagem direto no celular.

Meu papel
Autor
Contexto
Atitus Educação · Ciência da Computação
Categoria
Pesquisa
Representação abstrata de um modelo de linguagem sendo executado em um dispositivo móvel.

Artigo científico conduzido durante a graduação, investigando se — e sob quais condições — grandes modelos de linguagem podem ser executados localmente em smartphones, sem depender de inferência na nuvem.

Resultados

1
artigo científico Conduzido e defendido durante a graduação em Ciência da Computação
On-device
foco da pesquisa Inferência local como alternativa a custo, latência e exposição de dados

O problema

A adoção de modelos de linguagem foi construída em cima de inferência na nuvem, o que traz três limitações difíceis de ignorar: custo por requisição, latência dependente de rede e o envio de dados potencialmente sensíveis do usuário para servidores de terceiros. Executar o modelo no próprio dispositivo resolveria os três problemas de uma vez — a questão é se o hardware de um celular comum dá conta.

A solução

A pesquisa avaliou a viabilidade dessa execução local, considerando as restrições reais do dispositivo: memória disponível, capacidade de processamento, consumo de bateria e o impacto das técnicas de quantização sobre a qualidade das respostas.

Principais desafios

  1. Delimitar o que "viável" significa em termos mensuráveis, e não como impressão subjetiva de desempenho.

  2. Comparar modelos e níveis de quantização sob critérios consistentes, isolando o efeito de cada variável.

  3. Trabalhar com um campo em movimento acelerado, onde parte da bibliografia envelhece durante a própria escrita do artigo.

Tecnologias utilizadas

  • Inteligência Artificial
  • LLMs
  • Quantização de modelos
  • Pesquisa aplicada

Por que este tema

Escolhi o assunto em um momento em que quase toda a discussão sobre modelos de linguagem girava em torno de escala e de infraestrutura de nuvem. A pergunta oposta — quanto dá para fazer com o que o usuário já tem no bolso — parecia mais interessante e, olhando em retrospecto, envelheceu bem.

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